Futebol e Halloween. O que o Grêmio Catanduvense e o Cluj da Romênia tem em comum?

Por Thiago Mattos

 

Nosso blog está num momento comemorativo de Halloween e eu resolvi me lançar um desafio. “Será que esporte e Halloween tem alguma coisa em comum?” Foi difícil achar referências, ainda mais aqui em terras tupiniquins, mas consegui encontrar duas estórias que ao meu ver valem como curiosidades, uma na Romênia, outra no interior de São Paulo, na cidade de Catanduva.

O CFR Cluj fica na cidade de Cluj, que faz parte da região da Transilvânia onde teria nascido o Drácula, muitos acreditam que é o vampiro que paga o salário dos jogadores e o clube se aproveita um pouco desse marketing. Já o símbolo da cidade de Catanduva é nada mais nada menos que uma bruxa, entretanto aí não há nenhuma referência macabra, acontece que Catanduva é conhecida como a cidade do feitiço, pois quem a visita não quer mais sair. O site oficial do Grêmio Catanduvense afirma que os feiticeiros encantam o estádio Silvio Salles e fazem com que a equipe local saia vencedora. É cada uma né? (risos)

Aqui o site do clube paulista, com um pouco da história, tanto do clube, quanto de Catanduva.

http://www.obruxo.com.br/index.php?option=com_content&view=frontpage&Itemid=2

Aqui o belo site do clube romeno.

http://www.cfr1907.ro/en/

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Para abrir os olhos

Eu sempre quis fazer trabalho voluntário, sempre achei que isso faria bem para as pessoas e consequentemente faria me sentir uma pessoa melhor, mas não sabia aonde ir nem por onde começar. Então um dia fui visitar uma amiga e ela disse que tava indo com um grupo fazer uma serie de visitas a locais de idosos, crianças com câncer, etc,  eu topei ir com ela.

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Sempre Thriller

Suponhamos que alguém tenha me desafiado a experienciar a temática dessa semana do PACULT – para os desantenados, apenas meu silêncMENTIRA: Halloween -; suponhamos que eu tenha aceitado; suponhamos que não seja suposição que eu possa, tranquilamente, ser confundido com um zumbi… É, glr. Aqui caberia muito bem aquela expressão “naum ta fácil”, mas, já que eu escolhi fazer Comunicação Social, deveria estar ciente de que a vida seria assim mesmo: correria, poucas horas de sono, olheiras, mau humor. Aí sempre me pergunto: por que não fui fazer medicina? Rs rs rs

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Saci Pererê: o Jack da Lanterna brasileiro

Quem, quando criança, nunca se imaginou vestindo fantasias e saindo às ruas – todas enfeitadas e carregadas de cores como laranja e preto – batendo de porta em porta e perguntando “doces ou travessuras?”. Incentivados por uma indústria cinematográfica norte-americana, nos víamos cada vez mais imersos naquela cultura, e querendo, de alguma maneira, dela fazer parte, nem que fosse apenas para ter uma desculpa “razoável” para jogar papel higiênico na árvore, ou na casa, do vizinho.

No entanto, o Brasil nunca incrementou à sua cultura tal comemoração; há, é claro, comemorações particulares no dia 31 de outubro, sempre tentando trazer um pouco da ideia de que os fantasmas estão por aí e que os zumbis irão dominar o mundo, nem que seja apenas naquela noite, caraterizando assim, atualmente, a noite do dia 31 quase como um carnaval para as almas penadas e que traz personagens tão ilustres quanto Jack da Lanterna. Continuar lendo “Saci Pererê: o Jack da Lanterna brasileiro”

Ailee: Um Pouco de Sorte, Um Belo Rosto e Muito Talento.

 

Já começo o post pedindo desculpas por postar no domingo ao invés do sábado, mas acho que uma reunião de família somada aos lançamento de episódios novos do reality show favorito deste que vos fala e de quase metade dos colaboradores do pacult é choque de monstro, digo, é uma desculpa plausível para me atrasar um pouco no lançamento do post.

No mercado asiático, em especial no coreano, é muito mais fácil para os grupos fazerem sucesso, do que um cantor solo. Pense bem, você pode gostar de uma pessoa que pertença a um grupo e por causa dessa pessoa comprar coisas relacionadas ao mesmo, mas se você não gostar de um cantor solo, você não comprará nada que diga respeito a ele.

Atualmente a situação tem mudado bastante e diversos cantores, novos e antigos, têm conseguido fazer sucesso solo. Ainda que os cantores antigos tenham sua parcela de importância, ouso dizer que essa nova safra de cantores solo seja responsável por essa guinada no mercado.

Dentre os diversos cantores solo que debutaram este ano, uma cantora em especial chamou minha atenção.

Ailee

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The Boys: o mesmo novo; de novo.


Olá, paculteiros! Semana acabando, pessoal que estava de greve se ferrando  correndo atrás do tempo (definitivamente) perdido, semana do Hallowen chegando e Nicki Minaj muito a fim de emplacar na Billboard – e é claro que estes dois últimos assuntos não se relacionam –Não faz sequer uma semana que o videoclipe de Justin Bieber, Beauty and a Beat, no qual Minaj faz participação, chegou a público e, aí está, outro videoclipe no qual a rapper só inova, em tese, na participação. Continuar lendo “The Boys: o mesmo novo; de novo.”

Trilha sonora de Fire Emblem Radiant Dawn, a melhor de um jogo que conheço.

Por Thiago Mattos

Bom, disse que tinha encerrado minhas publicões sobre games, isso é verdade e mentira ao mesmo tempo, essa é uma publicação meio de games e meio musical. Precisava homenagear a trilha sonora desse jogo e decidi postar em “Música”. Fire Emblem já teve uma publicação minha, olhe aqui https://pacult.wordpress.com/2012/07/31/serie-fire-emblem-uma-obra-prima-pouco-reconhecida/. Mas agora o tema é outro.

 Ike                              Micaiah

 

Achei esse site http://www.feplanet.net/music/10 que tem todas as músicas de Fire Emblem Radiant Dawn (Wii – 2007, 2008). Gostaria de compartilhar essas músicas com todos vocês que acompanham o blog, sons épicos como 8) Etenal Bond, que toca quando os dois protagonistas, Ike e Micaiah precisam se enfrentar, ambos sendo grandes pessoas, a guerra é cruel. 46) Sorrowful Prince Pelleas é o tema de um jovem Rei que acredita que a salvação de Daein (seu país) está na sua morte. 67) The Black Knight Lives é o tema de um misterioso cavaleiro que matou o pai de Ike no jogo anterior, supostamente ele estava morto, porém… 77) Comfort’s Call 78) Backsliding e 79) Pray for victory são músicas de preparação para as batalhas que estão por vir. 62) Oliver’s Fall é o tema de um senador ganancioso, que faz tudo para aumentar suas riquezas e adquirir coisas preciosas. 63) Queen Elincia, é o tema da virtuosa rainha de Crimea. 02) Echoes of Daybreak é a música da primeira batalha, dá pra sentir nela, que toda uma longa jornada está por vir. 10) Hymn of the Righteous é mais um tema de batalha. 61) Zelgius the Brave é o tema do General Zelgius, que apesar de estar sempre contra as tropas que você controla, é um homem cortês, leal e honrado, a música consegue transmitir tanto a ombridade desse homem quanto a ameaça que ele representa para o jogador.

 Black Knight                         Pelleas

Enfim, são 85 músicas e se você tiver tempo, ouça todas, no entanto, a nossa vida é corrida e separei as 11 que vieram primeiro a cabeça, suponho então que sejam as melhores na minha opinião. Aproveitem, tentem ouvir o máximo de músicas que conseguirem! O trabalho das músicas desse jogo foi feito com orquestras, o diretor de som é Yoshito Hirano. É uma tradição nos jogos Fire Emblem, a disponibilização das gravações depois que se zera o game, é sempre uma baita recompensa.

   Zelgius            Elincia        Oliver

FUCK! I’m in my twenties.

 

Não lembro exatamente quando, mas ao abrir os olhos logo após o som irritante do alarme, acordei sem ter a mínima ideia do que queria fazer com minha vida. Meses depois, ao conversar com amigos, cheguei à conclusão que o problema crônico pelo qual passava é a nova coqueluche da nova geração: a crise existencial dos vinte e poucos.

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Gangnam Style: PSY, Latino e Eguinha Pocotó

Por José Augusto Neto

Depois de um longo período de provas, brigas, sangue, suor e lágrimas – não teve nada de brigas, sangue, suor e lágrimas, foram apenas as provas mesmo – retorno ao Pacult com uma pequena história.

Um dia desses, fui abordado por um colega de classe em um dos corredores do ambulatório durante um intervalo, ele alegava que tinha algo do meu interesse para me mostrar. Como não tinha nada melhor para fazer no momento, atendi ao pedido e prontamente ele me mostrou o vídeo de Gangnam Style, o qual eu já tinha visto. – Legal né?! – Disse Ele. Apenas assenti com a cabeça e sorri, afinal de contas, eu já havia visto o vídeo e sabia do que se tratava. Durante as semanas seguintes as abordagens de outros colegas se tornaram cada vez mais recorrentes e todas incluíam o assunto Gangnam Style.

Simplificando: Gangnam Style viralizou, todo mundo adora o PSY, mas ninguém sabe nada de substancial sobre sua carreira. É pra trazer um pouco de informações sobre o artista e sobre sua música que decidi falar sobre ele essa semana.

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O twee pop e a nostalgia de uma inocência já perdida

Em 1986, a revista britânica de música NME lançou uma fita cassete (sim, daquelas que tem dois furinhos no meio e que a gente enfiava a caneta BIC nos buracos) chamada C86. A fita era uma compilação de um novo gênero feito de letras puras e nostálgicas, melodias doces e alma pura: o twee pop. Estilo esse que é considerado o primeiro de música independente fora dos padrões musicais da época.

A definição de “twee”, no UrbanDictionary:

  1. twee
    Something that is sweet, almost to the point of being sickeningly so. As a derogatory descriptive, it means something that is affectedly dainty or quaint, or is way too sentimental

Resumindo: é algo tão fofo, doce e sentimental que chega a enjoar. Traduzindo para português seria mais ou menos algo como “piegas”. É assim que é o twee pop. Uma explosão de sentimentos não revelados, lembranças perdidas, fofura, nostalgia da nostalgia e uma pitada de frustrações internas.

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