The Boys: o mesmo novo; de novo.


Olá, paculteiros! Semana acabando, pessoal que estava de greve se ferrando  correndo atrás do tempo (definitivamente) perdido, semana do Hallowen chegando e Nicki Minaj muito a fim de emplacar na Billboard – e é claro que estes dois últimos assuntos não se relacionam –Não faz sequer uma semana que o videoclipe de Justin Bieber, Beauty and a Beat, no qual Minaj faz participação, chegou a público e, aí está, outro videoclipe no qual a rapper só inova, em tese, na participação.

Cassie  era (era?), até então, uma cantora “desconhecida” internacionalmente. Desde 2004, quando assinou com a Interscope Record, uma das ramificações da Universal Music Group, parece sempre ter estado na iminência de um real lançamento, mas nunca estourado, de fato, com algum sucesso. Louros para Me & U, música de seu primeiro álbum, que chegou ao top 3 da Billboard Hot 100 e vendeu mais de 1 milhão de cópias digitais; desde então, um quase-total ostracismo. A primeira vez em que a vi e que, por sinal, foi um de seus últimos trabalhos de relevante repercussão,  foi em Crawl (2009), quando contracenou com o cantor Chris Brown.

Eu realmente espero que essa parceria em The Boys desperte maior atenção do público e de sua gravadora para que, a depender da boa receptividade (lê-se: billboard), possamos vê-la, com toda sua beleza – que já figurou em capas da Dellia’s e Seventeen (inicialmente ela era modelo) -, em alguns trabalhos autorais e, de fato, de qualidade. Desejo, também, que essa parceria não engesse Cassie nesse mesmo perfil; que ela consiga se recriar e, talvez, lançar um pseudo estilo próprio, diferente do que acontece com sua companheira, Nicki. 

The Boys: a música é boa; consegue destoar  das recentes Starships e Pound The Alarm, porque Minaj faz aquilo que, de fato, sabe fazer: rap. Já o clipe, numa primeira olhada, apesar de ser interessante, bonito e com boas edições, mais parece um enfadonho kitsch que a cantora faz de si mesma; amontoado de videoclipes anteriores se repetindo; coloridos, perucas, caras e bocas. As bolas, os movimentos e a letra, por um instante, me remeteram à You da One, de Rihanna. Nesse mundo pop – e isso só existe nesse mundo, galera!! – , em que as relações mais parecem se nortearem por intere$$ante$ e convenientes featurings e hits – e portanto, bastante instável – vai saber se Nicki não cantou “punchline queen, no boxing though/might pull up in a Porsche, no Boxster though/tell a hater “Yo, don’t you have a – to blow?”/tell ‘em kangaroo Nick, I’ll box the ho/they said I got five in a pasta bowl/but don’t go against Nicki impossible” numa crítica à Riri. Uma possível rixa entre elas – vai saber, Chris Brown e reconciliações?! – me pareceu a parte mais interessante disso tudo. Providenciem uma banheira com gel! Prevejo perucas voando…

Deixe uma resposta

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s